3ª Reunião Técnica Nacional e 3º Encontro Estadual de Olivicultura, aconteceu na Embrapa

Encontro de oliveiras encerra com o tema da sanidade dos olivais

Cultivo avança no Sul do RS, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo


O segundo dia de realização da 3ª Reunião Técnica Nacional e o 3º Encontro Estadual de Olivicultura,que aconteceu nas instalações da sede da Embrapa Clima Temperado (Pelotas,RS) foram tratados assuntos referentes às questões da produção da olivicultura como manejo fitotécnico e fitossanitário, colheita, avaliação química e produção integrada de oliveiras. O evento transcorreu em dois dias, 28 e 29 de novembro, e reuniu cerca de 185 participantes de diversas regiões do Estado e também de outros estados do país.

As palestras apresentadas na quinta-feira (29/11) abordaram os temas Pegamento de frutos em oliveiras: Limitantes e possíveis soluções; Controle de insetos-praga nos olivais; Controle de doenças fúngicas; Produção integrada de oliveiras; Resultados de pesquisas e produtividades de aove no Uruguai; Atividades do Ibraoliva, Debate e Demandas do setor para políticas públicas e ações privadas.

O evento foi uma realização da Embrapa Clima Temperado (Pelotas/RS) em parceria com a Ibraoliva, Emater/RS e Governo do Estado do Rio Grande do Sul, congregando produtores rurais e cooperativas, agentes de transferência de tecnologia (TT-ATER), comunidade científica e acadêmica, indústria de alimentos, institutos de pesquisa agropecuária e multiplicadores de sementes e mudas para discutir assuntos atuais e relevantes sobre a cadeia de produção da olivicultura.

Segundo painel tratou da sanidade dos olivais - O painel Sanidade dos Olivais mostrou como se desenvolve o controle de insetos-praga nos olivais. O pesquisador Dori Nava mostrou os principais insetos que afetam a oliveira (lagarta-da-oliveira, cochonilha-preta e formigas) suas características e métodos de controle que englobam atividades como sanidade do material propagado, escolha adequada do local de implantação dos olivais, fertilização com base nas recomendações da cultura, vigor das árvores e eliminação dos restos contaminados.

O pesquisador também comentou sobre a situação fitossanitária da planta. Segundo ele, o suporte fitossanitário para a cultura é insuficiente, pois existem poucos produtos registrados para controle de pragas. "Precisa-se avançar na formação de profissionais da área, no manejo adequado da fruta e implementar medidas públicas eficientes", destacou Nava. O painel encerrou com a palestra Controle de Doenças Fúngicascom a pesquisadora Carolina Leoni - INIA (LasBrujas/UY).

Ela abordou as principais enfermidades que o fruto enfrenta em seu País e aprofundou as características e práticas de controle dessas doenças praticadas no Uruguai.

*Embrapa Clima Temperado

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